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HIFA Medicina Ocupacional
Com mais de 43 anos de fundação e um estimado trabalho em prol das crianças, o HIFA segue prestando serviços de assistência a saúde pediátrica de forma humanizada e especializada. Contudo, sua credibilidade e tradição conquistada ao longo dos anos fez com que a instituição conseguisse oferecer muito mais. Exemplo disso é a criação de uma clínica voltada para a promoção e prevenção da saúde do colaborador de empresas da região.

Criado em 2007, o HIFA Medicina Ocupacional conta com uma equipe altamente qualificada e habilitada para assessorar sua empresa por meio de uma estrutura própria que oferece serviços e soluções para atender todas as Normas Regulamentadoras – NR’s do Ministério do Trabalho.

Atualmente, as empresas não tratam mais a Medicina e Segurança do Trabalho apenas como uma obrigação das leis trabalhistas, e sim como uma ação preventiva. O cuidado com o colaborador e o atendimento às normas e legislação vigentes são pré-requisitos. Portanto, se sua empresa busca por eficiência e qualidade, o HIFA Medicina Ocupacional é a escolha certa.

Medicina do Trabalho. Um pouco de História.

Enquanto especialidade médica, a Medicina Ocupacional surgiu na Inglaterra, na primeira metade do século XIX, com a Revolução Industrial.

A exigência sobre os trabalhadores, o consumo da força de trabalho, resultante da submissão deles a um processo acelerado e desumano de produção, exigiu uma intervenção, sob pena de tornar inviável a sobrevivência e reprodução do próprio processo.

Após analisar as condições de seus funcionários e preocupado com o fato de que seus operários não dispunham de nenhum cuidado médico a não ser aquele propiciado por instituições filantrópicas, Robert Dernham, proprietário de uma fábrica têxtil, convocou seu médico particular, o Dr. Robert Baker, para criar uma forma de análise da saúde de toda sua equipe. Robert Dernham pediu a seu médico que indicasse qual a maneira pela qual ele, como empresário, poderia resolver tal situação, Baker respondeu-lhe:

“Coloque no interior da sua fábrica o seu próprio médico, que servirá de intermediário entre você, os seus trabalhadores e o público. Deixe-o visitar a fábrica, sala por sala, sempre que existam pessoas trabalhando, de maneira que ele possa verificar o efeito do trabalho sobre as pessoas. E se ele verificar que qualquer dos trabalhadores está sofrendo a influência de causas que possam ser prevenidas, a ele competirá fazer tal prevenção. Dessa forma você poderá dizer: meu médico é a minha defesa, pois a ele dei toda minha autoridade no que diz respeito à proteção da saúde e das condições físicas dos meus operários; se algum deles vier a sofrer qualquer alteração da saúde, o médico é que deve ser responsabilizado”.

Com a oportunidade em vista, Dr. Baker tornou-se o médico da fábrica. Em 1930, seus préstimos deram resultado e logo serviços semelhantes àqueles foram criados em outras empresas e fábricas ao redor do mundo.

Com os resultados positivos após a implantação e mensuração desta especialidade médica dentro da indústria têxtil de Robert Dernham, a Medicina do Trabalho ganhou o mundo e hoje em dia é uma lei regulamentada em muitos países. No ano de 1919, foi criada, por exemplo, a OIT – Organização Internacional do Trabalho, com o objetivo de regulamentar as relações de trabalho, além de estudar e pesquisar os temas de segurança do trabalho e serviços médicos ocupacionais.

No Brasil, também existe o Programa de Controle de Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO, que é um documento legal e particular de cada empresa, que mapeia e orienta condutas em todos seus aspectos legais e de boas práticas para a promoção, a prevenção e a preservação da saúde. Também comprova ao Ministério do Trabalho e ao DRT – Delegacia Regional do Trabalho que a medicina ocupacional é corretamente aplicada dentro de cada uma.

Dr. Robert Baker, primeiro Médico do Trabalho, que alinhava Saúde Ocupacional com Assistencial.